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Euriale Voidela Conselheira Empresarial Falar com Euriale
Governança de clientes

Conselho consultivo e comitê de clientes

A maioria das empresas mede o cliente. Poucas decidem a partir dele. A diferença entre as duas coisas é estrutura de governança — e é aí que eu entro.

O sintoma

Sinais de que a voz do cliente não está chegando à mesa

01

O NPS é apresentado, mas nada muda

O número entra na pauta como informação, não como decisão. Ninguém sai da reunião com uma ação.

02

Cada área tem a sua versão do cliente

Marketing, vendas, atendimento e produto descrevem pessoas diferentes quando falam do mesmo cliente.

03

Investimento decidido sem a jornada

Compra-se tecnologia e abre-se canal sem saber onde o cliente realmente trava.

04

A carteira não cresce

O comercial entrega, mas a base não se sustenta. Entra cliente na mesma velocidade em que sai.

05

A mudança não sobrevive à troca de liderança

O que avançou dependia de uma pessoa. Ela saiu e voltou tudo ao que era.

06

Sucessão sem visão externa

Empresa familiar em transição, decidindo com as mesmas referências de sempre.

Medir o cliente é fácil. Difícil é deixar que ele mude a decisão.

Duas formas de atuar

Assento no conselho ou implantação do comitê

Podem ser contratadas separadamente ou em conjunto.

Assento em conselho consultivo

Participo como conselheira, trazendo a lente de cliente, operação e governança para as decisões estratégicas da empresa.

  • Reuniões trimestrais de conselho
  • Conversa mensal com a liderança executiva
  • Leitura crítica de indicadores e da jornada
  • Provocação estruturada sobre risco e crescimento
  • Visão externa de quem opera o mercado todo dia

Implantação de comitê de clientes

Estruturo o fórum que garante que o cliente tenha pauta, indicador e poder de decisão dentro da governança. Foi a experiência que relatei no livro Os Conselheiros.

  • Desenho do fórum: composição, alçada e cadência
  • Definição dos indicadores que entram na pauta
  • Ritual de reunião e formato de decisão
  • Conexão com o conselho e com a diretoria
  • Acompanhamento dos primeiros ciclos
Como funciona

Do primeiro contato ao primeiro ciclo rodando

Conversa inicial

Trinta minutos sobre o momento da empresa, a estrutura de governança atual e o que já foi tentado.

Leitura preliminar

Analiso a governança existente, os indicadores de cliente e como as decisões são tomadas hoje.

Proposta de atuação

Escopo, cadência, entregáveis e investimento, com clareza sobre o que é conselho e o que seria projeto.

Primeiro ciclo

Entrada no fórum, definição de pauta e indicadores, e as primeiras decisões tomadas com o cliente dentro.

Continuidade

Cadência estabelecida, rituais rodando e a mudança deixando de depender de qualquer pessoa específica.

Ponto de partida

Em que estágio a sua empresa está

A primeira coisa que eu faço é situar a empresa nesta escala. Sem isso, qualquer plano é chute — e planos ambiciosos demais para o estágio atual são a causa mais comum de transformação que não pega.

CX 1.0

Atendimento básico

Reativo, canal a canal, sem visão de jornada.

CX 2.0

Multicanalidade

Muitos canais, pouca integração real entre eles.

CX 3.0

Personalização

A empresa começa a reconhecer quem está do outro lado.

CX 4.0

Dados e analytics

Indicadores passam a orientar decisão, não só a relatar.

CX 5.0

IA e automação

Escala com inteligência aplicada, não apenas com volume.

CX 6.0

Customer intelligence emocional

A empresa compreende, antecipa e age antes da reclamação.

Euriale Voidela em mesa de reunião executiva
Por que eu

Governança e cliente raramente moram na mesma pessoa

A maioria dos conselheiros entende de finanças, jurídico ou mercado. A maioria dos especialistas em cliente nunca sentou num conselho. Eu venho dos dois lados — e é essa tradução que faz a diferença na sala.

  • Conselheira Consultiva do INEI — Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inovação
  • Top 10 conselheiros empresariais mais influentes do Brasil — Board Academy, 2025
  • Líder da Comissão de Customer Experience do Board Academy
  • Mentora do Programa Elas na Indústria — Conselho Feminino da FIESP
  • Coautora de Os Conselheiros, sobre implantação de comitê de clientes
  • 27 anos de operação real antes de chegar à mesa
Ver a trajetória completa
Perguntas frequentes

O que costumam me perguntar

Qual a diferença entre conselho consultivo e conselho de administração?

O conselho de administração tem poder deliberativo e responsabilidade legal sobre a companhia. O conselho consultivo aconselha, provoca e traz visão externa, mas não delibera. Para empresas familiares e de médio porte, o consultivo costuma ser o primeiro passo — menos formal, menos custoso e igualmente transformador quando bem conduzido.

O que é um comitê de clientes?

É um fórum dentro da estrutura de governança dedicado a levar a voz do cliente para a mesa de decisão, com cadência definida, indicadores próprios e poder de pauta. Não é uma reunião de CX. É um mecanismo de governança que garante que o cliente seja considerado nas decisões de investimento, produto e operação. Relatei essa implantação no livro Os Conselheiros.

Minha empresa é pequena demais para ter conselho?

Provavelmente não. O gatilho não é faturamento, é complexidade: quando as decisões passam a depender de mais de uma cabeça, quando a sucessão entra na conversa, ou quando o crescimento começou a superar a capacidade de gestão. Já vi conselho consultivo fazer diferença em empresas de trinta pessoas.

Qual a cadência de trabalho?

O padrão é reunião trimestral do conselho, com uma conversa mensal mais curta com a liderança executiva entre as sessões. A cadência exata depende do momento da empresa e é combinada antes de começar.

Você entra como conselheira ou como consultora?

São coisas diferentes e eu não misturo. Como conselheira, eu aconselho, questiono e trago visão externa — não executo. Quando o diagnóstico aponta necessidade de projeto de implantação, isso é feito pela Customer Centric Consulting, com equipe própria e contrato separado.

Como começa?

Com uma conversa de trinta minutos sobre o momento da empresa. Se fizer sentido para os dois lados, faço uma leitura preliminar da governança atual e apresento uma proposta de atuação com escopo, cadência e investimento.

Vale uma conversa de trinta minutos?

Me conte o momento da empresa. Se eu não for a pessoa certa, eu digo — e indico quem for.